Colégio afasta professor de história investigado por apologia ao nazismo, racismo e xenofobia
Professor atuava em colégio da rede estadual em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba
Um professor de história da rede estadual do Paraná foi afastado das funções nesta quinta-feira (18) durante uma investigação que apura apologia ao nazismo, racismo e xenofobia nas redes sociais. O afastamento foi confirmado pela Secretaria Estadual de Educação (Seed).
De acordo com a Polícia Civil (PC-PR), o homem é professor em dois colégios estaduais em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).
Na manhã desta quinta, um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça a pedido da polícia foi cumprido contra o investigado. Os alvos foram residências do suspeito e armários dele em um dos colégios onde ele trabalha.
O pedido de afastamento das funções também foi uma solicitação da polícia à Justiça.
De acordo o delegado Vyctor Grotti, responsável pelo caso, o homem é investigado por incitar a discriminação e preconceito de raça, cor e procedência nacional, também como veicular símbolos para apologia ao nazismo, movimento extremista que matou seis milhões de judeus.
De acordo com a Polícia Civil (PC-PR), o homem é professor em dois colégios estaduais em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).
Na manhã desta quinta, um mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça a pedido da polícia foi cumprido contra o investigado. Os alvos foram residências do suspeito e armários dele em um dos colégios onde ele trabalha.
O pedido de afastamento das funções também foi uma solicitação da polícia à Justiça.
De acordo o delegado Vyctor Grotti, responsável pelo caso, o homem é investigado por incitar a discriminação e preconceito de raça, cor e procedência nacional, também como veicular símbolos para apologia ao nazismo, movimento extremista que matou seis milhões de judeus.
O que diz a Seed
Em nota, a Secretaria Estadual de Educação informou que o afastamento foi cumprido pelas direções dos colégios, apesar da pasta ainda não ter sido intimida oficialmente da decisão.
Ainda conforme a nota, a Seed acredita que a notificação do governo ocorrerá nesta quinta e que o afastamento será mantido.
Com a decisão, o professor está impedido de dar aula nas instituições.
Em nota, a Secretaria Estadual de Educação informou que o afastamento foi cumprido pelas direções dos colégios, apesar da pasta ainda não ter sido intimida oficialmente da decisão.
Ainda conforme a nota, a Seed acredita que a notificação do governo ocorrerá nesta quinta e que o afastamento será mantido.
Com a decisão, o professor está impedido de dar aula nas instituições.
Investigação da Abin
A Polícia Civil informou que foi informada do caso pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), serviço de inteligência civil do Brasil, responsável pelo do Sistema Brasileiro de Inteligência.
Segundo a agência, o professor publicava em suas redes sociais mensagens que faziam “apologia ao nazismo, difundiam o antissemitismo e estimulavam o negacionismo do holocausto”
Após ser considerado como um “risco potencial”, o professor virou alvo de uma investigação da Polícia Civil do Paraná.
Indícios encontrados na internet deram, então, embasamento para a Justiça autorizar busca e apreensão em endereços relacionados ao ao docente e em colégios que ele trabalha.
A agência trabalha agora para “mapear estruturas extremistas, verificar vínculos com grupos estrangeiros similares, apurar os efeitos negativos do crescimento dessas ideologias para a Democracia e colaborar com as autoridades de segurança para neutralizá-las”
A agência trabalha agora para “mapear estruturas extremistas, verificar vínculos com grupos estrangeiros similares, apurar os efeitos negativos do crescimento dessas ideologias para a Democracia e colaborar com as autoridades de segurança para neutralizá-las”
Fonte G1, Carta Capital


